terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Lula: O Grande Engodo

Nas rudes caatingas do nordeste, uma égua, cavalo, burro ou jumento, desacostumado ou incomodado pela montaria ou pela carga, às vezes pela própria natureza rebelde, recebe o nome de "animal de choto ruim". Só quem já montou sabe do desconforto em cima de um bicho desse. Mas mesmo que seja "de choto bom" é sempre um incômodo montar "em pêlo". Daí o uso do "pelego", uma pele de lã bem grossa e macia que abranda o atrito entre o lombo da montaria e as nádegas do cavaleiro.


Lula entrará para a história como o maior arquipelego da história do Brasil. Feito sob medida, por encomenda dos oligarcas do sul, dos coronéis do nordeste, dos latifundiários do norte, e dos chefes das forças armadas que 20 anos depois do golpe militar temiam pelo próprio pescoço.

A pressão para o fim da ditadura alcançava seu apogeu no início dos anos 80. A elite brasileira sentia o chão tremer e os trogloditas militares apavoraram-se diante da crescente e cada vez mais incontrolável organização popular que pipocava por toda parte. Um dos maiores barris de pólvora do mundo estava prestes a explodir. Algo precisava ser feito logo para conter as multidões organizadas de revoltosos nas periferias, no campo, na floresta, nos grandes centros urbanos.

Lula foi o grande achado. Em público sempre surgia com um discurso revolucionário, clamando por justiça, igualdade, crítica feroz à "burguesia". Um discurso convincente, impecável, emocionante, de provocar lágrimas. Discurso que mudava ao cair da noite, ao entrar nas "negociações", protegidas pelas quatro paredes, regadas com cachaça, reforçadas com malas recheadas de dinheiro, e muitas, muitas promessas de poder, glória e fama. Por ouro, glória, fama e poder, ele vendeu a alma ao diabo. Um dia a tampa da fossa será aberta pela história, então conheceremos o verdadeiro Luiz Inácio da Silva, o Dorian Gray da política e do movimento sindical brasileiro.

Um pelego monumental. Uma pele estofada de lã, deliciosamente macia. O cavalo, mesmo o mais reticente, sentia apenas o peso do cavaleiro, mas quase sem atrito. E o cavaleiro viu-se confortável. Podia sossegar. Os ossos e o balanço desengonçado do animal já não incomodava. Poderia percorrer longas viagens, tranquilo. O bicho estava finalmente domado, controlado e amansado.

O pelego perfeito. O remédio tão procurado. O cavalo poderia trotar por grandes distâncias, por caminhos diversos, e quase não sentiria a esfregação do cavaleiro. Que cavalo poderia reclamar? Que moral qualquer montaria teria de reclamar de sua situação? Antes recebia uma ração de R$1,00 por dia, agora recebe uma ração quatro vezes melhor! E Lula chora, se emociona, e chama a atenção pela sua grandiosidade. O cafageste!

E assim foi até o último sábado quando, aparentemente, esse arquipelego foi retirado e substituído por outro. Sobre a eficiência e a durabilidade do velho pelego, não há dúvidas. Está acima de qualquer crítica. O controle de qualidade foi impecável. Quanto ao novo pelego, dona Dilma, que no último sábado substituiu o velho, seu Lula, há comentários e perspectivas das mais diversas. Alguns dizem que pode durar 4 ou até mesmo 8 anos, funcionando ainda melhor do que o antigo. Outros dizem que não, que pode romper-se a curto prazo. Não é todo dia e em qualquer lugar que se encontra um pelego tão bom, tão durável, tão próximo da perfeição como o arquipelego Lula, ele pode voltar.

2 comentários:

Anônimo disse...

ATÉ QUE ENFIM NCONTREI UMA ANÁLISE CORRETA E HONESTA DO GRANDE GABIRÚ DO AGRESTE ! O MAIOR MENTIROSO DO BRASIL NOS ÚTIMOS TRINTA ANOS, QUE ENGANOU TRABALHADORES E O POVO BRASILEIRO !!! SÓ OS BOBOS ( COMO EU FUI ) NÃO VIRAM ( E NÃO QUEREM VER ISSO ! UM PELEGO MAFIOSO, TRAVESTIDO DE SALVADOR DA PATRIA E DO BRASILEIRO ! MAS UM DIA, QUE ESPERO SEJA BREVE, VAI SER DESMASCARADO !!!

Anônimo disse...

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